Taça Fut’Moral deu que falar
Integrada na Semana de EMRC que decorreu de 9 a 13 de Março realizou-se uma das mais emblemáticas actividades: a Taça Fut’Moral, que trouxe ao de cima emoções e salutares rivalidades. Contando com o apoio imprescindível dos prof. Hugo Sintra e Rui Machado, ao longo de toda a semana a iniciativa foi um dos principais temas de conversa, uma vez que para o vencedor estava reservado um prémio no mínimo original: jogar contra a equipa dos professores!
Se para os alunos este seria um espectáculo único, para os “profs” esta seria, certamente uma ocasião para tirar o pó aos equipamentos… e aos músculos!...
A expectativa era enorme. Cada uma das seis equipas adoptou o nome de uma das cartas de S. Paulo, excepto a dos profs que adoptou o nome do próprio apóstolo.
Quem iria defrontar a equipa S. Paulo? E qual o resultado? Por quanto iriam vencer os alunos?
Após uma final entre Romanos e Gálatas muito disputada, com o resultado a ser decidido na marcação das grandes penalidades, estava encontrado o campeão do torneio e assim o adversário dos profs (S. Paulo) para a grande finalíssima: os “temíveis” Romanos!
O final da Semana de EMRC iria ser pleno de emoções. Ao longo da semana as expectativas tinham vindo a crescer. O nível estava bem alto. Era esperada casa cheia, e por isso a pressão aumentava ainda mais. Era necessário definir estratégias de jogo.
Chegou finalmente a hora do jogo. Como seria de esperar um enorme coro de assobios acolheu os adversários. Mas a estratégia Paulina estava bem definida, e nada os fazia temer.
Ante do apito inicial tempo para a fotografia de grupo. A assistência está ao rubro. O árbitro apita para o início da partida. A tentar encontrar o seu terreno de jogo, S. Paulo consente o primeiro golo. Corre agora atrás do prejuízo tentando encaixar no adversário, mas a tarefa não parece fácil e os Romanos fazem o segundo golo. Há que rever a estratégia e impor o jogo ao adversário. Depressa surge o empate, e a partida parece estar muito equilibrada. Os romanos começam a perder terreno de jogo e consentem que S. Paulo passe para a frente no marcador. O cronómetro assinala o final da primeira parte, com a equipa dos profs a vencer por 5 a 3. O público puxa pelos Romanos e acredita na reviravolta. Soa o apito para a segunda parte e, ao contrário do esperado a desvantagem aumenta. A equipa dos alunos desconcentra-se e parece partida quando o resultado atinge os 9 – 3. A cinco minutos do final reduz para 9 – 4, e parece ressurgir a esperança. A assistência puxa pelos jogadores, mas a equipa não se encontra, e os profs não têm dificuldade em chegar aos onze, com algumas incríveis perdidas pelo meio.
Apesar de desabituados destas andanças foi para estes que as luzes da ribalta se acenderam.
Com o pavilhão polidesportivo ao lotado e ao rubro, e contra todas as expectativas, S. Paulo venceu a finalíssima contra os Romanos, e por uma ampla vantagem: 11 – 4.
Numa partida caracterizada pela alegria e pelo desportivismo, parabéns a ambas as equipas pelo bonito espectáculo de futebol que proporcionaram.
Orlando Marques
